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“Galeria” de marcas top | Pellegrino - Conte com nossa gente

“Galeria” de marcas top

“Galeria” de marcas top

19/07/2018
Peças de merchandising ajudam a divulgar produtos e aumentar as vendas, mas é preciso usá-las com bom senso para não poluir o ambiente da loja
 
Por Regina Ramoska
 
Diga-me com quem andas e eu te direi quem és. O dito popular jamais foi um bom avalista do caráter das pessoas, mas cabe como uma luva quando o assunto é merchandising. Marcas consagradas, materiais de divulgação de qualidade e promoções atraem a atenção dos clientes e dão credibilidade ao negócio, mas podem ter o efeito contrário quando usadas de maneira inadequada. Quem nunca entrou em uma loja cheia de cartazes empoeirados, alguns descolando da parede, com cantos rasgados ou anunciando promoções encerradas? Ou pior: divulgando uma promoção que nenhum funcionário no estabelecimento sabe informar exatamente o que é? Esses nada pequenos descuidos são capazes de estragar uma ótima estratégia de merchandising, além de comprometer a imagem do ponto de venda ao poluir o ambiente e transmitir a ideia de um local sujo e malcuidado.
 
Para não cair na armadilha de transformar o seu espaço em um álbum de figurinhas é essencial compreender a real função do merchandising, como explica o CEO da Petink, empresa especializada em produção de materiais para o ponto de venda, Lourival Mariano Filho. “O merchandising é uma estratégia de marketing que faz com que determinado produto ganhe destaque dentro do ambiente de vendas, permitindo que o consumidor note a presença da marca e deseje adquiri-la”, ensina. Para funcionar na prática, a comunicação precisa estar bem posicionada, ser criativa e produzida com materiais duráveis. “Uma boa dica é tirar do ponto de venda toda e qualquer peça de divulgação e com o ambiente livre de poluição visual definir os melhores lugares para instalar os itens de comunicação”, conta o empresário.
 
Já para definir os melhores parceiros para o ponto de venda não há filtros preestabelecidos. “É preciso verificar se o fornecedor desfruta de boa reputação no mercado, se os itens anunciados têm bastante saída na loja, se as peças de divulgação têm boa qualidade gráfica e se o material não obstrui a circulação dos clientes”, destaca Mariano. Também é preciso saber usar cada peça e respeitar a sua função. Por exemplo, um móbile jamais deve ser colado no balcão ou uma faixa de prateleira ser usada para decorar o caixa. Outra dica do empresário é buscar referências de uso de material de merchandising em outras lojas, principalmente de outros segmentos. “Uma volta no shopping ou em um grande supermercado é verdadeira aula de uso do ponto de venda”, diz.
 
 
Moeda de troca
Ao lançar uma nova ação promocional ou produzir materiais de ponto de venda, os grandes fabricantes têm uma estratégia de marketing já desenhada, que visa aumento de vendas. Portanto, antes de divulgar qualquer produto em sua loja, defina uma parceria com o fornecedor que seja vantajosa para ambos. “Pode ser uma negociação em produto, treinamento de funcionários, gôndolas para exposição de produtos ou qualquer outra contrapartida. O fornecedor usa o ponto de venda do lojista como mídia e isso tem valor”, destaca a publicitária Regina Blessa, especialista em merchandising e presidente do Instituto de Estudos em Varejo (IEV).
 
Para a consultora, o sucesso de uma ação de merchandising depende de dois fatores: o layout da loja e o material de divulgação. “O ponto de venda precisa ser claro, limpo, com corredores espaçosos e mobiliário adequado à exposição dos produtos. O cliente ao entrar no estabelecimento precisa entender imediatamente como funciona o espaço e sentir-se confortável”, alerta. Já em relação aos materiais de divulgação, eles precisam ser adequados aos mobiliários. “Um teto muito baixo não suporta móbiles, por exemplo. Ou um balcão vitrine não pode ficar escondido por um cartaz”, conta. Também é importante verificar semanalmente o estado das peças, se não perderam a cor pela longa exposição ao sol, rasgaram ou se há folhetos nos displays de take one.
 
É muito comum também o fornecedor ter um profissional especializado para adaptar o material de ponto de venda dentro das lojas. “Neste caso, o proprietário precisa acompanhar a instalação das peças para não prejudicar a circulação das pessoas e jamais permitir que instalem qualquer material na entrada da loja. Muitos acham que a porta é um espaço nobre, afinal todos entram e saem por ali, mas é o pior lugar para ter qualquer tipo de publicidade”, diz. E, por último, é preciso balancear o material de merchandising dos fornecedores com os da própria loja. “A comunicação do lojista deve ter prioridade em relação à dos fornecedores”, completa a consultora.
 
 
 
Francivaldo, da Nego Som
 
Força na divulgação
Enquanto algumas lojas poluem o ambiente com vários cartazes, a Nego Som, de Fortaleza (CE), tem um visual totalmente limpo. Porém, não por opção do proprietário. “No segmento de acessórios, as peças promocionais ajudam na divulgação e venda dos produtos, mas não tenho recebido material dos fornecedores”, conta Francivaldo Lima Cardoso. Para ele, os folhetos e cartazes servem de apoio para o vendedor explicar as informações técnicas de cada item. Para compensar, Cardoso produz as próprias peças de divulgação. “Por enquanto, trabalho apenas com banners, cartazes e folhetos em datas especiais, como Dia das Mães, Dia dos Pais e Natal, mas pretendo fazer mais ações ao longo deste ano, colocando um novo produto com preços especiais a cada mês.”
 
 

Jefferson, da Galpão Auto Peças
 
Parceria de resultados
Ao entrar na Galpão Auto Peças, de São Paulo (SP), é possível ver o quanto a empresa dá valor às marcas parceiras. Na parede ao fundo da loja, ficam expostos os logos dos fornecedores. Há ainda espaço aéreo para exibição de banners e um amplo revisteiro com catálogos de produtos, além de folders promocionais produzidos pela própria Galpão. “Associar o nosso nome às marcas de prestígio, reforça a nossa imagem e dá credibilidade aos nossos serviços”, acredita o proprietário Jefferson Masullo.
 
As campanhas promocionais dos fornecedores também recebem dentro da Galpão. “Sempre que as marcas fazem alguma promoção, os representantes trazem materiais de ponto de venda e explicam o funcionamento da campanha. Para nós, é um ótimo atrativo para as vendas”, completa.
 
 
Como usar?
Faixa de gôndola: atrai a atenção para o produto exposto.
Stopper: deve ser instalado de forma perpendicular às prateleiras e sempre na altura dos olhos do consumidor.
Clip Strip ou Fita Cross: tira para exposição de produtos, ocupa pouco espaço e deve combinar com um produto da prateleira. Por exemplo, estopa e pretinho para pneus.
Adesivo de chão: confeccionado em material antiderrapante para evitar acidentes, deve ser instalado próximo ao produto exposto.
Wobbler: a peça que “pula” da prateleira, atrai bastante a atenção do consumidor e deve ficar na altura dos olhos do cliente.
Móbile: suspenso por fios de nylon, permite grande variedade de mensagens por ser impresso dos dois lados.
Totem: peça de grande atratividade visual e variedade de exposição.
Banner: o clássico do ponto de venda. É portátil, durável e de fácil utilização, porém perdeu espaço nos últimos anos para os totens.
Fonte: Petink.
 
SAIBA MAIS
REGINA BLESSA (BLESSA)
(11) 2263-3037
LOURIVAL MARIANO FILHO (PETINK)
(11) 2254-8000